Economia criativa, tecnologia e competitividade: propriedade intelectual e turismo
DOI:
10.16928/2316-8080.v10n3p.37-47Palavras-chave:
Inovação Prospecção Turismo Competitividade Economia criativaResumo
O artigo traz como proposta identificar, através da metodologia da prospecção de depósitos e publicações nas bases de registro de Propriedade Intelectual nacional e internacional, os produtos direcionados à área do turismo, em suas distintas segmentações, que nos séculos XX e XXI têm despontado como instrumentos de customização e potencial competitivo na perspectiva da Economia criativa. O percurso parte da apresentação do INPI e da legislação por ele referenciada — a Lei nº 9.279/96, a Lei nº 9.610/98, a Lei nº 5.648/70, a Convenção da União de Paris e o TRIPS — e articula os conceitos de economia criativa, cidades criativas e smart cities. A prospecção é realizada nas bases do INPI, da WIPO e do Espacenet, tendo como entrada o termo “turismo”, e os resultados são descritos e distribuídos por segmento: agências de turismo, hotelaria, transportes, sistemas de informação e marketing. O texto acompanha a cronologia dos depósitos, das cadernetas de turismo da década de 1970 aos sistemas integrados de informação e negociação dos anos 2000. Conclui que o aprimoramento de ideias, seja como invenção, seja como modelo de utilidade, tem servido para melhorar a qualidade da oferta turística, sobretudo no uso de tecnologias de comunicação e orientação remota.
Referências
NETTO, Alexandre Panosso; ANSARAH, Marilia Gomes dos Reis (Orgs.) Produtos turísticos e novos segmentos de mercado. Planejamento, criação e comercialização. Barueri, SP: Manole, 2015. CALIFORNIA INSTITUTE FOR SMART COMMUNITIES. Ten Steps to Becoming a Smart Community (2001). Disponível em: http://www.smartcommunities.org/library_10steps.htm, Acesso em: 06/08/2016.
HERSCOVICI, Alain (Org.) Direitos de Propriedade Intelectual e Inovação. Uma análise econômica além das evidências. Vitória: EDUFES, 2015.
KOMNINOS, N. The Architecture of Intelligent Cities, Conference Proceedings Intelligent Environments 06, Institution of Engineering and Technology, 2006.
KOMNINOS, N. Intelligent Cities and Globalization of Innovation Networks. London and New York: Routledge, 2008.
LOHMANN, Paola. A inovação do turismo no Brasil: os desafios na construção de sua trajetória. Observatório de Inovação do Turismo - Revista Acadêmica, Vol. VII, nº2, Rio de Janeiro, ABR. 2012.
MELLO, Maria Tereza Leopardi; ESTEVES, Heloisa Borges. O jurídico e o econômico na noção de Direitos de Propriedade Intelectual. In: HERSCOVICI, Alain (Org.) Direitos de Propriedade Intelectual e Inovação. Uma análise econômica além das evidências. Vitória: EDUFES, 2015.
REIS, Ana Carla Fonseca. Economia criativa: como estratégia de desenvolvimento: uma visão dos países em desenvolvimento. São Paulo: Itaú Cultural, 2008.
SANTOS, Mary Nadja Lima. Políticas públicas de turismo e os investimentos no território do Polo Costa dos Coqueirais em Sergipe, Brasil. Fortaleza: Banco do Nordeste, 2013.
VIEIRA, Daniel Pires; HOFFMAN, Valmir Hemil. Competitividade e desenvolvimento: um estudo em destinos indutores do turismo brasileiro. Revista Alcance, v. 20, n.3, 2013, p.403. Disponível em: http://siaiap32.univali.br/seer/index.php/ra/article/view/4385, Acesso em: 04/09/2016. RECEBIDO 25/08/2016 APROVADO 25/09/2016 PUBLICADO 31/10/2016.
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Licença

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 International License.
Os autores mantêm os direitos autorais sobre seus trabalhos e concedem à revista o direito de primeira publicação. A licença aplicável a este artigo é a indicada nesta página e corresponde à política vigente na data de sua publicação.
Os autores estão autorizados a depositar a versão publicada em repositórios institucionais e temáticos, desde que indicada a publicação original nesta revista.
A PIDCC não cobra taxas de submissão, processamento ou publicação.