Uma análise crítica sobre o “patenteamento” de variedades de plantas - métodos de melhoramento e seus impactos no mercado da Comunidade Europeia

Autores

  • Charlene de Ávila Plaza Autor

DOI:

10.16928/2316-8080.v8n1p.502-541

Palavras-chave:

Processo biológico Plantas Biotecnologia Políticas de mercado Patentes

Resumo

Na Europa, os "processos essencialmente biológicos para a produção de plantas" estão excluídos da patenteabilidade, bem como qualquer método que envolva cruzamento sexual e seleção, independentemente do grau de intervenção humana no processo de produção, exceto quando incluem um passo adicional de natureza técnica que introduz ou modifica seu "traço" genético. A legislação europeia permite o patenteamento de plantas, desde que não variedades, bem como permite pelo sistema UPOV de 1991 a sobreposição de exclusivas em um mesmo objeto imaterial. Entretanto, existem divergências hermenêuticas entre leis e práticas nas distintas legislações nacionais. As criações no âmbito biotecnológico no contexto das inovações agrícolas tornam-se emblemáticas porque entre a teoria e a prática há o hiato de "dois pesos e duas medidas", que é altamente regulado e centralizado pela política de mercado e por legislações deficientes e contraditórias.

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Publicado

2015-02-01

Edição

Seção

Artigos

Como Citar

DE ÁVILA PLAZA, C. Uma análise crítica sobre o “patenteamento” de variedades de plantas - métodos de melhoramento e seus impactos no mercado da Comunidade Europeia. Revista de Propriedade Intelectual, Direito Contemporâneo e Constituição, v. 4, n. 1, p. 502–541, 1 fev.2015.