Marcas e propriedade intelectual das Catadoras de Mangaba (SE): turismo de base comunitária, economia criativa e INPI
DOI:
10.16928/2316-8080.v11n3p.43-67Palavras-chave:
Catadoras de mangaba Turismo de base comunitária Sustentabilidade Marcas Economia criativaResumo
No turismo elementos como os encontrados no meio ambiente são de suma importância para a sua existência, pois é o atrativo, natural, cultural ou artificial que motiva o deslocamento de pessoas. Em Sergipe, o movimento das Catadoras de Mangaba visa organizar-se em associações nos sete municípios onde são realizadas suas atividades: Japoatã, Estância, Indiaroba, Barra dos Coqueiros, Pirambu, Japaratuba e Itaporanga D'Ajuda. Procura-se incentivar a multiplicação dos conhecimentos adquiridos, o aumento da capacidade de produção e da comercialização dos produtos da mangaba (trufa, bala, licor, geleia, mousse e biscoito) e a orientação para a construção de secadores solares que beneficiarão as frutas. Tal motivação insere-se na discussão do Turismo de Base Comunitária como viés para a construção da mangaba como bem cultural e um atrativo turístico sustentável no litoral de Sergipe. Sob esse aspecto, o registro de marca no INPI para os produtos das Catadoras de mangaba revela-se um importante instrumento de proteção junto ao comércio dos bens no mercado dentro da noção de Economia Criativa.
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